Sequeladinha da silva, retorno à minha bat-caverna de desabafos. Pois é, desta vez os estragos foram enormes, o que torna tudo ainda mais engraçado.
Tirar riso dos episódios dramáticos tem sido um grande desafio. Com disciplina venho exercitando isso.
Na madrugada de domingo, com três caipirinhas na mufa e a informação de que o atual objeto do desejo do sequelante psicopata poderia estar em uma reportagem de O Globo, saí enlouquecida atrás do jornal, que, diga-se de passagem, eu receberia às seis da manhã na porta de casa. Antes, já tinha acionado minha amiga Psi para entrar pela internet e me dar todo o serviço. Minha conhecedora maior da web mostrou-se um enorme fiasco nesta empreitada. Achei até que fosse de propósito, que não queria me ver de pulsos sangrando, hemorrágica, na emergência do Miguel Couto. Mas ela declarou sua incapacidade na tarefa e dei-lhe um crédito meio que desconfiado.
Um tour de carro com a gangue da sequela atrás de bancas abertas foi mais eficiente que Psi. Claro que eu não podia esperar. Tinha que ter certeza de que a talzinha não vale uma linha dos meus amigos jornalistas, de que é um nada, apenas uma bobinha deslumbrada e perua para quem passei o mico-preto. Que culpa ela tem de existir? Nenhuma, óbvio. Mas já que a artilharia se voltou para o ébrio tremedor, quem se posta romanticamente ao lado dele está fadada ao paredão.
Bom, jornal na mão, lancei a angústia aos ares - ela não estava lá, oba! - e dancei com sorrisos e pés alados.
COMO ASSIM "CURIOSO"? EU HEIM?!
Há 15 anos


Um comentário:
Pow, eu tentei com tanto afinco... snif!
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